O aparelho aparece nos códigos Phoenix, Stanley e Loma. A ideia relatada é um modelo premium, bem mais leve, com visão periférica aberta e um puck de processamento ligado por cabo, no espaço que o Quest Pro ocupava, só que bem mais fino.
De onde vieram as imagens
Em agosto a Meta soltou o app HorizonOS Prescription Lens. Ele não abre na biblioteca. Vem como ZIP e serve para emparelhar lentes de grau.
Em setembro o pacote foi atualizado. Dentro há visuais de como as lentes encaixam, saem e como o QR code é lido.
O headset aparece fino, com apoio de nariz no estilo óculos, sem a interface de espuma no rosto. Sensores ficam nas hastes, nas laterais e embaixo. Por trás, o cabo do puck entra na ponta da haste esquerda.
O que isso indica
Não é anúncio oficial. É asset interno que vazou no app de lentes. Ainda assim, o desenho bate com o que já se falava: formato perto de óculos, interação por olho e mão, compute fora da cabeça.
O Meta Connect 2026 se aproxima. Na agenda tem sessão de interação sem controle. Combina com o foco do Phoenix.
Vale lembrar o contexto de mercado: memória e SSD caros e a Meta sinalizando menos subsídio nos próximos aparelhos. Se o Phoenix for linha premium, o preço tende a ficar bem acima do Quest 3 e 3S. Por enquanto é firmware, não loja. Mas é a visão mais clara do hardware até agora.















